THE BOOK IS ON THE TABLE
Se há uma atividade que não sentiu nem cócegas por conta da tão propagada “crise econômica mundial”, foi o futebol. As bolsas podem cair à vontade e os câmbios podem variar como montanhas-russas, que, dia sim, dia também, há manchetes envolvendo negociações cada vez mais polpudas. Ora é um xeque árabe que oferece o equivalente ao PIB do Timor Leste pelo Kaká, ora é um russo suspeito que dribla o rigor britânico e compra clubes inteiros como quem pesca balas nas Lojas Americanas.
Ninguém chia. Ninguém reclama. Empresários, dirigentes, patrocinadores e, em alguns casos, até políticos ganham sua porcentagem no processo. Isso sem mencionar os jogadores, que acordam milionários e ainda têm o privilégio de trabalhar no exterior, conhecer outras culturas e aprender novas línguas.
Taí o Anderson que não me deixa mentir, né?
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Tá. Esqueçam a parte de “aprender novas línguas”…
E seu pai aí dizendo que “inglês é fundamental para você vencer na vida”. Sei…